O título é auto-explicativo, e o texto mil vezes melhor. Lições de vida podem parecer cafonas, mas se as pessoas praticassem o que lêem o mundo seria um lugar mais cafona e menos violento. Abaixo as minhas preferidas, e a notícia completa, aqui.
Quando soube que tinha poucos meses de vida por causa de um câncer, o professor de gramática inglês Paul Flanagan só pensou em seus filhos, Thomas e Lucy. Em vez de sentir piedade de si mesmo ou entregar-se à tristeza, ele usou seus últimos dias para tentar ser um bom pai. (…) Paul escreveu cartas, deixou mensagens gravadas em DVD e até comprou presentes para ser entregues às crianças em seus aniversários futuros. Separou também seus livros preferidos e, dentro deles, deixou bilhetes dizendo por que havia gostado de lê-los.
Os benfeitores espirituais nos ensinam que o egoísmo é a chaga que deve desaparecer da face da Terra. Por causa do egoísmo nosso progresso moral anda a passos lentos.
O homem egoísta pensa em si e somente em si. Tudo que vê, observa, acredita que deva lhe servir.
Negação da caridade, o egoísmo gera insegurança para os homens, porque como o egoísmo e o orgulho andam de mãos dadas, a vida será sempre uma corrida em que vencerá o mais esperto. Uma luta de interesses, em que nada, nem ninguém merece respeito.
Observa-se, repetidas vezes, nos coletivos apinhados, a corrida por um banco para sentar. Não se respeitam idosos com dificuldade de equilíbrio, que são simplesmente empurrados. Não se respeitam deficientes, na sua marcha difícil, nem mulheres com crianças ao colo.
O que importa é que o egoísta esteja confortavelmente acomodado.
Dessa pequena amostra cotidiana passamos ao panorama do mundo, onde nações ricas contrastam com as misérrimas, com o povo a morrer de fome.
Isso nos recorda de uma grande fome que se abateu sobre um país europeu, em determinada época.
Os pobres, e sobretudo as crianças sofriam muito.
Um homem abastado chamou vinte crianças e lhes disse que todos os dias ele compareceria à praça com uma cesta com um pão para cada uma delas. Um pão por dia é o que receberiam, até que a fome se extinguisse no país.
As crianças, esfomeadas, partiram para cima da cesta e brigaram, cada uma querendo o pão maior.
Terminada a batalha, cada qual saiu a correr com o seu trunfo: o pão para matar a fome.
Foram-se todos, à exceção de uma garotinha. À distância, ficou a olhar o homem. Chegou devagar, pegou o último e menor pão que sobrara na cesta, agradeceu, sorriu e foi embora.
No dia seguinte, as crianças voltaram. Aos empurrões e tapas disputaram os pães maiores.
Para a pequenina restou um pãozinho fininho, nem metade do tamanho dos outros.
Quando, ao chegar em casa, sua mãe abriu o pequeno pão, encontrou seis moedas de prata.
A garota correu para devolvê-las ao bom homem que lhe disse: São suas. Não é engano. Mandei colocar as moedas no menor pão para recompensar você.
E concluiu a lição: Lembre-se de que as pessoas que preferem o menor pedaço a disputarem, de forma egoísta e agressiva, a maior parte, vão encontrar bênçãos bem maiores do que dinheiro em seu caminho.
Existem muitas almas solitárias simplesmente porque não se resolvem a arrebentar as amarras do egoísmo para serem úteis a alguém.
O egoísmo pode ser considerado como uma velha e inútil roupa que se conserva no lar do orgulho.
O melhor antídoto para o mal do egoísmo é o conhecimento da vida espiritual.
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Viver uma verdadeira experiência amorosa é um dos maiores prazeres da vida. Gostar é sentir com a alma, mas expressar os sentimentos depende das idéias de cada um. Condicionamos o amor às nossas necessidades neuróticas e acabamos com ele. Vivemos uma vida tentando fazer com que os outros se responsabilizem pelas nossas necessidades enquanto nós nos abandonamos irresponsavelmente.
Queremos ser amados e não nos amamos, queremos ser compreendidos e não nos compreendemos, queremos o apoio dos outros e damos o nosso a eles. Quando nos abandonamos, queremos achar alguém que venha a preencher o buraco que nós cavamos. A insatisfação, o vazio interior se transformam na busca contínua de novos relacionamentos, cujos resultados frustrantes se repetirão.
Cada um é o único responsável pelas suas próprias necessidades. Só quem se ama pode encontrar em sua vida Um Amor de Verdade.
Por: Zíbia Gasparetto