Frases de Chico Xavier

Chico Xavier uma vida de amor ao próximo e caridade.

“Devemos efetuar campanhas de silêncio contra as chamadas fofocas, cultivando orações e pensamentos caridosos e otimistas, em favor da nossa união e da nossa paz, em geral”.

“Nós seres humanos, estamos na
natureza para auxiliar o progresso
dos animais, na mesma proporção
que os anjos estão para nos auxiliar.
Portanto quem chuta ou maltrata um
animal é alguém que não aprendeu a
amar”

“O bem que praticares em algum lugar,é teu advogado em toda parte”.

“Eu vivo muito alegre,muito feliz,trabalho,tenho sempre muita gente em volta de mim,muita muita gente na minha vida,é disso que eu gosto”.

“A morte é a mudança completa de casa sem mudança essencial da pessoa”.

“Quero morrer num dia em que o Brasil esteja feliz”.

” A revolução em que  acredito é aquela ensinada por Nosso Senhor  Jesus Cristo que começa pela corrigenda de cada um,na base do façamos aos outros aquilo que desejamos que os outros nos façam”.

“Fico triste quando alguém me ofende,mas com certeza,eu fico mais triste se fosse eu o ofensor.Magoar alguém é terrível.”

“Planejar a infelicidade dos outros é cavar com as próprias mãos um abismo para si mesmo.”

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,qualquer um pode começar agora a fazer um novo fim.”

Divórcio e espiritualidade

O divórcio é uma prática muito antiga. No tempo de Moisés, era permitido ao marido repudiar qualquer uma de suas mulheres (a mulher era propriedade do marido) e lhe passar uma “carta de divórcio” por qualquer motivo.

Antes, o adultério da mulher era punido com a lapidação (apedrejamento) e Jesus queria evitar essa calamidade. Tal como Jesus, também achamos que o divórcio pode ser um recurso a ser acionado para se evitar um mal maior. Pode ser uma medida contra o suicídio, homicídio, agressões e outras desgraças. Apesar de não dever ser estimulado ou facilitado, às vezes deve ser usado como recurso, não como solução.

Houve uma época, aqui no Brasil, em que o divórcio foi tema de acirrada polêmica. Uma verdadeira disputa político-religiosa. De um lado os antidivorcistas e, de outro, os pró-divorcistas. O projeto tramitou no Congresso Nacional, cheio de “lobbies”, com ampla discussão, enorme repercussão e finalmente foi aprovado. Depois, regulamentado por lei, foi colocado em prática. Passou a ser fato consumado, sem despertar mais interesse para discussões. No entanto, o seu mérito e as repercussões familiares precisam continuar a ser enfocados.

Compromisso com a evolução

O casamento será sempre um instituto benemérito, acolhendo, no limiar, em flores de alegria e esperança, aqueles que a vida aguarda para o trabalho do seu próprio aperfeiçoamento e perpetuação. Com ele, o progresso ganha novos horizontes e a lei do renascimento atinge os fins para os quais se encaminha. Ocorre, entretanto, que a Sabedoria Divina jamais institui princípios de violência e o espírito, conquanto em muitas situações agrave os próprios débitos, dispõe da faculdade de interromper, recusar, modificar, discutir ou adiar, transitoriamente, o desempenho dos compromissos que abraça.

Em muitos lances da experiência, é a própria individualidade, na vida espiritual, antes da reencarnação, que assinala a si mesma o casamento difícil que enfrentará na vida física, chamando a si o parceiro ou a parceira de existência pretérita para os ajustes que lhe pacificarão a consciência, à vista de erros perpetrados em outras épocas. Reconduzida, porém, à ribalta terrestre e assumida a união esponsalícia que atraiu a si mesma, ei-la desencorajada à face das dificuldades que se lhe desdobram à frente. Por vezes, o companheiro ou a companheira voltam ao exercício da crueldade de outro tempo, seja através de menosprezo, desrespeito, violência ou deslealdade, e o cônjuge prejudicado nem sempre encontra recursos em si para se sobrepor aos processos de dilapidação moral de que é vítima.

Compelidos, muitas vezes, às últimas fronteiras da resistência, é natural que o esposo ou a esposa, relegado a sofrimento indébito, valha-se do divórcio por medida extrema contra o suicídio, o homicídio ou calamidades outras que complicariam ainda mais o seu destino. Nesses lances da experiência, surge a separação à maneira de bênção necessária e o cônjuge prejudicado encontra no tribunal da própria consciência o apoio moral da autoaprovação, para renovar o caminho que lhe diga respeito, acolhendo ou não nova companhia para a jornada humada.

É óbvio que não é lícito, de maneira nenhuma, estimular o divórcio em tempo algum, competindo a nós, encarnados, tão somente nesse sentido, reconfortar e reanimar os irmãos em luta nos casamentos de provação, a fim de que se sobreponham às próprias suscetibilidades e aflições, vencendo as duras etapas de regeneração ou expiação que pediram antes do renascimento no plano físico, em auxílio a si mesmos. Ainda assim, é justo reconhecer que a escravidão não vem de Deus e ninguém possui o direito de torturar ninguém, à face das leis eternas.

O divórcio, pois, baseado em razões justas, é providência humana e claramente compreensível nos processos de evolução pacífica.

Efetivamente, Jesus ensinou que “não separeis o que Deus juntou” e não nos cabe interferir na vida de cônjuge algum, no intuito de afastá-lo da obrigação a que se comprometeu. Ocorre porém que, se não nos cabe separar aqueles que as Leis de Deus reuniu para determinados fins, são eles mesmos, os amigos que se enlaçaram pelos vínculos do casamento, que desejam a separação entre si, tocando-nos unicamente a obrigação de respeitar-lhes a livre escolha, sem ferir-lhes a decisão.

Assim, devemos, antes de qualquer decisão precipitada, entender que no lar se cumpre a lei da reencarnação, como se fosse um filtro sagrado a depurar-nos das paixões em que nos enredamos em passado próximo ou remoto.

A Lei do Amor nos estimula. Se o casamento, contudo, revelar-se difícil, problemático, convém saber que tal situação decorre de nossas próprias necessidades evolutivas e é produto de nossa própria escolha.

Por vezes, contudo, o casal perde a coragem e o gosto pela vida a dois e, não raro, um ou ambos voltam a se ferir, seja na crueldade, na violência, no desespero ou na deslealdade. Quando tal situação se apresenta, é natural que um dos cônjuges recorra ao divórcio, para evitar outras consequências ainda mais comprometedoras e dolorosas.

Os filhos do casal, se houver, poderão sofrer. Contudo, se a criatura prejudicada pela guerra instalada no lar tiver a aprovação da própria consciência, nada impedirá que ela renove o seu caminho após o divórcio, buscando nova companhia.

Reflita, contudo, com muita prudência diante do casamento assaltado por dificuldades, para saber se, com um pouco mais de tolerância, um tanto mais de paciência, o casamento não poderia ser sustentado. Evite, se houver a separação, de utilizar os filhos do consórcio como armas contra o outro cônjuge, a fim de pervertê-los em seus sentimentos mais profundos.

Reexamine-se antes de tomar a decisão definitiva da separação, ponderando se a angústia e o sofrimento dentro do lar não são reflexos de nós mesmos.

Lembre-se de que a vida é, em essência, processo de evolução e, por isso, o lar não deve ser desfeito debaixo de nossos impulsos primários, de nossas queixas e lamentações.

Cada cônjuge é herdeiro de si mesmo. O lar é sempre um educandário.

Antes da separação, contra a qual não se opõem as Leis Divinas, reflita se o companheiro ou a companheira do lar não é a alma de que você mais necessita para se superar.

Artigo publicado na Revista Cristã de Espiritismo, edição 10.

Brasileiros batem recorde de gastos no exterior

Nos sete primeiros meses de 2010 os brasileiros que viajaram para o exterior tiveram despesas somadas de US$ 8,586 bilhões. No mesmo período de 2009, a cifra foi de US$ 5,499 bilhões.
Só em julho, mês de férias, os gastos dos brasileiros com viagens ao exterior ficaram em US$ 1,536 bilhão, contra US$ 1,045 bilhão registrado em julho de 2009.

Tabagismo

Os números do tabagismo no mundo são alarmantes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, a cada dia, 100 mil crianças tornam-se fumantes em todo o planeta. Cerca de cinco milhões de pessoas morrem, por ano, vítimas do uso do tabaco. Caso as estimativas de aumento do consumo de produtos como cigarros, charutos e cachimbos se confirmem, esse número aumentará para 10 milhões de mortes anuais por volta de 2030.

VOCÊ SABIA?

• Que a fumaça do cigarro reúne, aproximadamente, 4,7 mil substâncias tóxicas diferentes e muitas delas são cancerígenas?
• Que o tabagismo está ligado a 50 tipos de doenças como câncer de pulmão, de boca e de faringe, além de problemas cardíacos?
• Que, no Brasil, 23 pessoas morrem por hora em virtude de doenças ligadas ao tabagismo?
• Que crianças com sete anos de idade nascidas de mães que fumaram 10 ou mais cigarros por dia durante a gestação apresentam atraso no aprendizado quando comparadas a outras crianças?

Fonte:http://portal.saude.gov.b

Busuu mais um curso online de idiomas

Essa semana encontrei um novo curso, que é exatamente no mesmo estilo do Livemocha, mas que me agradou mais! É o Busuu. Para os autodidatas de plantão, é uma boa maneira de se aventurar em um novo idioma.

Por enquanto, ele oferece cursos de Inglês, Espanhol, Alemão, Francês, Italiano e Português.

Paris 26 Gigapixels

Gente esse site é maravilhoso para quem quer visitar Paris e não tem grana no momento,ou só para quem quer admirar e  se sentir mais perto da “Cidade Luz “

Novos modelos de cédulas!

Com o intuito de reduzir a falsificação,o governo vai colocar em circulação as novas cédulas  do Brasil.As notas terão diferentes tamanhos,auxiliando a identificação para os deficientes visuais,que tem dificuldades em diferenciar as notas e também na “internacionalização” da moeda brasileira,o real já é considerado uma moeda forte,diz o ministro da Fazendo Guido Mantega.A nova família das cédulas vem sendo desenvolvida desde 2003,a autoridade monetária estima gastar R$300 milhóes com o processo de substituição das cédulas.Gente é impressão minha ou essas notas estão lembrando euro?!?!

Brasil é 12º país mais feliz do mundo, segundo Forbes

Reforma do Cristo

O Cristo Redentor passou por uma reforma, estimada em 7 milhões de reais, ganhando nova iluminação, com as cores verde e amarelo. Houve também a  reforma da capela. Pra quem não sabe, o Cristo também é um monumento religioso onde se celebram missas, que mesmo com a reforma  não foram interrompidas. A novidade é que o Cristo ganhou painéis informativos com a história do monumento  em três idiomas. E mais!Também prometem mais segurança.